Essa fase inicia-se durante o período da segunda guerra mundial de 1939 até 1945, se intensifica após a década de 1960-70, como a era da tecnologia de ponta, com o desenvolvimento da microinformática, robótica, engenharia genética, biotecnologia e nanotecnologia, além do desenvolvimento da rede mundial de computadores, interligando o mundo em uma denominada aldeia global.
Caracteriza-se pela expansão de grandes complexos industriais e consolidação de empresas multinacionais e transnacionais, além da automação no processo produtivo, com avanços na robótica e da engenharia genética, que também são incorporados nesses processos produtivos. Grandes avanços nas telecomunicações e nos sistemas de transportes propiciaram o estágio atual da globalização e regionalização da economia mundial, que é a fase atual da internacionalização do capital, intensificando a divisão internacional do trabalho ou da produção.
O grande salto tecnológico nos últimos anos fez surgir o desemprego e o subemprego em alguns países, principalmente entre os menos desenvolvidos, com o crescimento da economia informal. Esse processo depende cada vez mais de mão de obra qualificada e de alta tecnologia. O mercado se globaliza apoiando-se na expansão dos meios de comunicação, dos sistemas de transportes e da logística de planejamento, um processo cada vez mais rápido e eficiente.
A expansão das potências capitalistas pelo mundo contemporâneo iniciou uma divisão e incorporação de novos territórios nesse processo produtivo. Nessa fase dominada pelo capital estrangeiro predominam os monopólios e os oligopólios, os países submetidos a essa política ficam cada vez mais dependentes econômica, tecnológica e politicamente desses grandes conglomerados, principalmente os países menos desenvolvidos.
Fonte: Empresas multinacionais e transnacionais.