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Revoltas escravas – Carrancas, Malês e de Manoel Congo

As revoltas escravas de Carrancas, Malês e de Manoel Congo são eventos emblemáticos da resistência negra à escravidão no Brasil colonial e imperial. Cada uma dessas revoltas, ocorridas em diferentes momentos e regiões, demonstrou a luta pela liberdade e igualdade em face da opressão e exploração.

REVOLTAS ESCRAVAS

REVOLTA DOS MALÊS – SALVADOR (1835)

Uma revolta realizada por escravos muçulmanos na cidade de Salvador, na noite do dia 24 para o dia 25 de Janeiro. O objetivo do levante era massacrar toda a população branca da cidade, libertar os escravos de Salvador e levar a rebelião para o Recôncavo Baiano, principal polo econômico da província, para instaurar uma monarquia islâmica na região.

O movimento era liderado pelos escravos Pacífico Licutã, Manuel Calafate, Luis Sanim, Aprígio e Pai Inácio.

A rebelião durou aproximadamente três horas e dela participaram mais de quinhentos indivíduos, escravos e libertos, resultando na morte de setenta revoltosos. A rebelião foi planejada e contava com participantes que haviam tido experiências anteriores de combates na África.

Uma denúncia antecipou o início do levante, que teve como resultado um cerco feito pela polícia na casa de Manuel Calafate, ocasionando um confronto entre negros e forças repressoras. O resultado foi a derrota do movimento escravo.

Observação: As elites brasileiras temiam que a independência do Haiti servisse de inspiração para os escravos brasileiros. Por isso passaram a agir de maneira mais rigorosa para reprimir tais movimentos. Esse sentimento ficou conhecido como haitismo ou haitianismo.

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