Esse índice foi desenvolvido em 1990, pelos economistas paquistanês Mahbub ul Haq e pelo indiano Amartya Sen, ganhadores do Prêmio Nobel de Economia em 1998.
Para calcular o IDH, índice de desenvolvimento humano, pelo PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, criou-se uma escala que vai de 0,0 até 1,0 que analisa diversos indicadores de qualidade de vida de um país, levando em conta uma medida comparativa de riqueza, com diversos itens como a alfabetização, educação, expectativa de vida e as taxas de natalidade e mortalidade.
No que diz respeito à questão da saúde, além de avaliar dados referentes às taxas de mortalidade e a expectativa ou esperança de vida da população do país, são analisados também dados relativos à educação, levando em conta os fatores ligados aos índices de analfabetismo e o nível médio de escolaridade, além da distribuição de renda, considerando o poder aquisitivo com o PIB, Produto Interno Bruto per capita, isto é, a produção e arrecadação total do país dividido pelo número de habitantes.
Esses índices são utilizados para distinguir se o país é mais desenvolvido, está em via de desenvolvimento ou menos desenvolvido, para medir igualmente o impacto das políticas econômicas e investimentos na qualidade de vida da população de cada país, relacionado com a saúde, educação, distribuição de renda etc.
Dos seis países com o maior IDH do mundo, três estão localizados no continente europeu, Noruega, Bélgica e Suécia, dois na América do Norte, o Canadá e os Estados Unidos, um no continente asiático, o Japão além da Austrália. Alguns dos países com os menores IDH do mundo estão no continente africano: Serra Leoa, Níger, Etiópia e Burundi.