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Impactos ambientais: Tratamento de resíduos

Os diversos erres, R, são os apresentados como a estratégia para minimizar os problemas que os vários resíduos produzidos pelo ser humano podem causar ao meio ambiente, mas é preciso explorar também o tratamento que deve ser dado aos materiais que não podem ser reciclados, reutilizados, reaproveitados, reproduzidos, reintegrados, reduzidos, recusados e repensados, o que realmente é considerado lixo.

O termo lixo tem a origem variada e desconhecida, sinônimo de algo imprestável, sem condições de tratamento ou desprezível.

Fonte: site – notícia proibida.org

O LIXÃO

Existem diversas maneiras de se tratar o lixo produzido pela sociedade, mas infelizmente a mais usada é justamente a pior de todas, são os lixões, que sãos os depósitos de resíduos a céu aberto, popularmente conhecido como vazadouros, lixeiras ou lixões, geralmente estão localizados nas áreas ou regiões mais distantes e pobres das cidades, principalmente nos países menos desenvolvidos.

Esse lixo é depositado em locais sem o menor cuidado, pelos governos desses países muitas vezes na beira de rios, baías, lagoas, mar ou terrenos abandonados. Esse lixo pode se decompor, atraindo vetores, como insetos e ratos podendo provocar sérias doenças para as populações que vivem próximo dessas áreas.

Fonte: Engenharia Civil e Meio Ambiente.

ATERRO SANITÁRIO

O aterro sanitário é uma opção aceitável para o que realmente são designados de lixo, os resíduos que não podem ser reaproveitados, reutilizados nem reciclados. O aterro sanitário para lixo industrial, hospitalar ou residencial urbano com pré-requisitos de ordem sanitária e ambiental, deve ser construído de acordo com técnicas definidas, como a impermeabilização do solo para que o chorume não atinja os lençóis freáticos e rios, contaminando essas águas. Esse lixo é compactado e recoberto periodicamente com uma camada de terra, geralmente argila, para evitar o mau cheiro e para não atrair vetores de doenças.

Fonte: COBRAPE.com.br-Pensamentoverde.

Um sistema de drenagem para chorume deve ser construído para ele ser retirado do aterro sanitário e depositado em uma lagoa próxima que tenha essa finalidade específica, vedada ao público, dependendo do tipo de chorume pode até ser transformado em adubo químico. O sistema de drenagem e de tubos para os gases, principalmente o gás carbônico, o gás metano e o gás sulfídrico, pois, se isso não for feito, o terreno onde existe o aterro sanitário fica sujeito a explosões e deslizamentos.

O diferencial de um aterro sanitário é a responsabilidade com que se trata o lixo a serem armazenados ou depositados em uma área ou região, principalmente pela cultura das sociedades, nesse século XXI, mais especificamente dos países menos desenvolvidos, estes aterros sanitários recebem inadequadamente resíduos não reaproveitáveis ou recicláveis.

Esta realidade determina que os aterros tenham a sua vida útil reduzida, tornando necessária a construção de um novo aterro sanitário, para evitar danos para a sociedade e gastos pelos governantes com a saúde pública e ao meio ambiente, com uma enorme demanda de recursos para um empreendimento desse porte em engenharia sanitária que é oneroso e ocupa grandes espaços. Ao final da vida útil do aterro sanitário, a empresa que opera são responsáveis por efetuar um plano de recuperação desse terreno.

No dia 25 de janeiro de 2019, uma barragem com rejeitos de recursos minerais, da companhia Vale do Rio Doce, no estado de Minas Gerais, na região denominada de Córrego do feijão, não era constituída por lixo doméstico, industriais ou hospitalares, mas sim rejeitos de mineração para a produção industrial resultaram em um dos maiores desastres ambientais no território brasileiro e do mundo, provocando várias mortes.

INCINERAÇÃO DO LIXO

A incineração do lixo urbano, hospitalar ou produzido pelas indústrias, só é uma opção em ser queimado quando o processo tem garantias de que não irá poluir ou contaminar o ar atmosférico. Um processo que envolve uma tecnologia avançada e um valor muito alto, portanto só economicamente viável para alguns tipos de resíduos industriais ou de saúde. Esse processo de incineração requer o tratamento térmico feito por uma máquina que tritura e submete o lixo infectante as altas temperaturas tornando o lixo inerte, ou seja, que não é mais infectante e que pode ser armazenado no aterro sanitário com os demais resíduos sólidos.

Fonte: Aterro sanitário de Gramacho, desativado – RJ.

“A incineração é feita em usinas de incineração, nas quais o lixo é reduzido a cinzas e gases decorrentes de uma combustão. Por meio de instrumentação e controle, a combustão pode ser otimizada, de modo a diminuir a quantidade de matéria apenas parcialmente oxidada, reduzindo os inconvenientes da disposição dos resíduos sólidos restantes, as cinzas, das emissões gasosas e fuligem”.

Fonte: BRAGA, 2002.

ATERRO CONTROLADO

O meio ambiente sofre com os depósitos a céu aberto de diversos resíduos, considerados de lixo, com isso foi criada a categoria de aterro controlado. Na realidade a nomenclatura mais adequada seria “lixão controlado”. Neste sistema, há uma contenção do lixo que, depois de lançado no depósito, é coberto por uma camada de terra, normalmente argila.

Esta forma de disposição minimiza o mau cheiro, a proliferação de vetores de doenças e o impacto visual, porém, não dispõe de impermeabilização da base do solo, contribuindo para contaminação deste, do lençol de água ou freático, nem do sistema de tratamento do chorume ou do biogás.

Na impossibilidade de se proceder a reciclagem do lixo, pela compostagem, as normas sanitárias e ambientais recomendam a adoção de aterro sanitário e não do controlado.

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