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América no século XIX: Processo de emancipação

O Ato de Abertura dos Portos Coloniais de 18 de novembro de 1797, forçoso aos metropolitanos pela incapacidade da Espanha em dar conta do comércio colonial, provocou uma euforia de livre-comércio com as nações europeias, os Estados Unidos e regiões coloniais americanas; o que suscitou a própria superação do status quo colonial.

A Espanha, em realidade, havia sido transformada pelos criollos em uma decadente e indesejada intermediária. A revogação do Ato, em 18 de abril de 1799, apenas contribuiu como um catalisador para as insatisfações americanas que levariam ao processo definitivo de independência. A despeito dos repetidos esforços no sentido de impor o Pacto Colonial, a Espanha não conseguiu, na prática, retomar o exclusivismo metropolitano. Em 1795, antes mesmo da quebra oficial do monopólio hispânico, segundo o historiador francês Pierre Chaunu, os comerciantes dos Estados Unidos já eram responsáveis por volumes de exportações e importações com a América Espanhola que ultrapassavam a casa dos 3 milhões de dólares.

Em 1806, o liberal nacionalista Francisco de Miranda, uma espécie de preceptor de Simón Bolívar no processo de independência da América Espanhola, fez a primeira tentativa malograda de rompimento com a Espanha. Miranda acabaria morrendo em uma prisão em Cádiz. Posteriormente, uma tentativa de intervenção inglesa na bacia do Prata foi repelida por peninsulares e criollos, o que ainda mostrava um laço de solidariedade entre os espanhóis de hierarquias distintas. A independência viria juntamente com Napoleão. Na Península, o imperador conquistador iniciou uma luta aguerrida no campo diplomático para ganhar a lealdade das colônias. A disputa foi travada entre a Junta Insurrecional — que pretendia representar uma Espanha livre, após a abdicação de Carlos IV e Fernando VII — e a nova Monarquia de José Bonaparte imposta pelo nepotista Napoleão I. No final de 1808, a balança pendeu para a Junta de Sevilha, como ficou evidente quando peninsulares e criollos deram brados de “viva Fernando VII!”; matrimônio, entretanto, seria breve.

(Fonte: https://history.howstuffworks.com/world-history/simon-bolivar.htm)

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